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Written by Mário Nuno Antas
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Quarta, 09 Agosto 2006 |
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Desde pequeno que sempre me fascinou tudo que se relaciona com o Homem. Como aconteceram? Porque é que aconteceram? Será que realmente aconteceram da forma como aceitamos que aconteceram? A minha busca de respostas levou-me a escolher desde cedo que queria ser Historiador. Na licenciatura em História, o meu gosto e fascínio pelos diferentes povos da Humanidade cresceram. As diferentes formas de expressão do homem sempre me seduziram e é por isso que tenho uma paixão pela Arqueologia e outra pela História da Arte. Estas paixões levaram-me ao Mestrado em História da Arte onde tive oportunidade de aliar as duas. O estudo de um artefacto arqueológico Pré-Histórico humano constitui para mim um desafio perfeito, bem como o estudo de um quadro de um pintor me seduz ao tentar perceber o que o artista nos quis deixar como mensagem. A minha última paixão é a Profissional: sempre quis ser professor. Mais do que o fascínio de transmitir conhecimentos é o prazer que se sente quando conseguimos ver nos olhos dos outros a descoberta que estão as fazer das coisas. O fascínio da descoberta: a curiosidade humana é que me move para a ajudar os outros a perceberem aquilo que eu estudei, estudo e irei estudar. A tentativa de descobrir melhores formas de ensinar e produzir materiais para me ajudarem a incutir nos meus alunos o espírito da descoberta. É esta a força que me move, a busca das respostas à minha curiosidade de como e porquê o homem evoluiu assim? Da arqueologia, passando pela História e História da Arte até à educação continuo a minha busca incessante da minha sede de saber mais sobre o homem e a sua forma de pensar e agir….Espero nunca parar de buscar, pois dos fracos não reza a História. |